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Como você mais gosta de se sentir? E se houvesse um modo de acessar esse estado a qualquer momento? Quem sabe você seja um estudante e tenha dificuldade de prestar atenção nas aulas ou se concentrar nos livros, mas consegue passar quatro horas jogando vídeo game e finalizar jogos que seus professores não conseguiriam concluir nem a primeira fase!? E se fosse possível ativar o estado de concentração e raciocínio lógico do jogador para o estudante?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine conseguir focar sua atenção na aula do mesmo modo que foca naquela revista em quadrinhos que você tanto gosta… Isso é possível através da ancoragem, essa é a terminologia que a PNL usa para definir a associação entre duas ou mais experiências.

 

Você já sentiu alguma vez um perfume e se lembrou de uma pessoa? Ou assistiu a um filme que o fez recordar os tempos de infância? Esses são exemplos de âncoras naturais que se formaram devido à repetição e vínculos emocionais das associações. Uma âncora também pode ser criada artificialmente através da vontade consciente do sujeito.

Relembrar é reviver, o segredo da ancoragem está em REVIVER o momento enquanto se lembra dele, e então associar o sentimento revivido a um estímulo visual, auditivo, cinestésico, gustativo ou olfativo.
Aqui, nós vamos explicar em três passos como criar uma âncora cinestésica.

 

#1 Entrar no Estado

Qual estado de recurso você quer acessar? Concentração? Confiança? Criatividade? Escolha o sentimento que você deseja eliciar e ancorar, e então busque em sua memória um momento em que tenha se sentido assim.

É importante relembrar e reviver esse momento em sua mente com emoção, como se estivesse vendo o que viu, ouvindo o que ouviu e sentindo o que sentiu no dia em que vivenciou a experiência, por isso é interessante estar em um lugar confortável, de olhos fechados e sossegado enquanto elicia o estado.

 

#2 Associar um Estímulo

Quando você acessar e sentir-se envolvido na experiência vinculada ao estado que você deseja ancorar, encoste a ponta do seu dedo polegar no dedo indicador da mesma mão enquanto vivencia ainda mais profundamente aquela emoção e então solte os dedos, respire fundo e abra os olhos.

Encostar os dedos é somente um exemplo de estímulo, você também pode fechar mão, tocar na orelha, coçar o nariz… Você é quem sabe, o importante é que seja algo fácil de repetir e sútil para se fazer discretamente sem que outras pessoas percebam quando você fizer.

 

#3 Sair do Estado e Testar a Âncora

Após soltar os dedos, respire fundo e abra os olhos, pense em outra coisa por um momento e então ative sua âncora encostando novamente os dedos. Se naturalmente você entrar no estado em que ancorou momentos antes, funcionou, se não, faça de novo até dar certo.

O interessante de se trabalhar com âncoras é que elas funcionam independentes do esforço consciente, é só ativar o estímulo e espontaneamente se ativa o estado. Você pode acessar sua âncora todas as vezes que precisar, em qualquer lugar e se quiser, ainda pode associar uma âncora a cada dedo. Consegue imaginar o quanto isso pode te ajudar a viver melhor?

 

#4 Empilhamento de Âncoras (Bônus)

É possível enriquecer ou fortalecer uma âncora através do empilhamento de associações. Por exemplo: você ancorou um momento em que se sentiu confiante? Lembre-se de outros momentos em que se sentiu no mesmo estado e ancore todas essas sensações no mesmo estímulo. Fazendo assim sua âncora ficará muito mais poderosa. Você pode até dar um nome a ela, que tal âncora da confiança, do poder, ou do relaxamento?

Clique Aqui e saiba como os amuletos mágicos funcionam a partir da ancoragem.

 

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