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“Para exemplificar ainda mais o poder da imaginação e a fé cega, vou contar o caso de um parente meu, portador de tuberculose. Os pulmões estavam bastante atacados pela doença. O filho decidiu curá-lo. Voltou para Perth, na Austrália Ocidental, onde o pai vivia, e disse-lhe que encontrara um monge que voltara de um dos templos da Europa. Esse monge vendera-lhe um pedaço da cruz verdadeira. Disse que dera ao monge o equivalente a 1 milhão pelo pedaço da cruz.


O jovem, na verdade, pegara uma lasca de madeira qualquer, entregara a um joalheiro e mandara que colocasse num anel, a fim de parecer real. Contou ao pai que muitas pessoas haviam se curado tocando simplesmente no anel ou na cruz. Despertou e inflamou a imaginação de seu pai a tal ponto que o velho tomou de repente o anel, colocou-o sobre o tórax, rezou em silêncio e depois foi dormir. De manhã estava curado. Todos os exames clínicos deram resultados negativos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Claro que não foi o pedaço de madeira apanhado na calçada que o curou. Foi a sua imaginação elevada a um grau intenso e somada à sua confiante esperança de uma saúde perfeita. A imaginação juntou-se a fé ou sentimento subjetivo e essa união foi a responsável pela cura. O pai nunca soube do truque do filho. Se soubesse, provavelmente teria uma recaída. Continuou completamente curado e morreu 15 anos depois, aos 89 anos de idade.” O poder do subconsciente, Joseph Murphy

A Wikipédia define um amuleto como um objeto que um indivíduo acredita que pode trazer sorte ou proteção”. O costume de atribuir poder á objetos é milenar e pertinente até os dias de hoje, vemos isso abundantemente nas igrejas evangélicas neo pentecostais, onde “o milagre” é ofertado através de objetos “ungidos”, tais como rosas, vassouras, chaves, travesseiros, anéis e amuletos em geral. Eu não quero aqui desmerecer ou descreditar a intenção positiva de tais igrejas, meu foco é simplesmente mostrar como a comunicação hipnótica está presente na “unção” desses objetos.

O mais interessante nisso tudo é que até certo ponto, realmente funciona. Não quero por em debate aqui a autenticidade desses milagres, mas abordar de uma maneira imparcial a capacidade da mente inconsciente de liberar os recursos adequados para manutenção do corpo e alma mediante a crença e expectativa do sujeito sobre o objeto/gatilho mental, isto é, o amuleto.

É possível reproduzir o fenômeno criando condições semelhantes, então vamos lá criar o seu amuleto hipnótico. Tudo o que você vai precisa é um objeto, um contexto, uma história em que o objeto/amuleto funcionou, criar um gatilho de ativação para o amuleto e definir um objetivo para o poder do amuleto, isso além de encontrar uma pessoa crédula/sugestionável.

O OBJETO.
O objeto pode ser qualquer coisa, um anel, bracelete, roupas em geral. Tem gente que usa a “cueca da sorte” ou só consegue trabalhar bem se estiver com “aquelas meias”. Sobre o objeto, o que manda é a imaginação.

O CONTEXTO.
Como aquele objeto se tornou especial? Quem sabe esse anel foi usado por um grande rei a cinco mil anos atrás e reza à lenda que o anel era a fonte do seu poder real. Entendeu? Crie um contexto histórico e encaixe o objeto que você quer transformar em amuleto como peça chave e fundamental para algum tipo de acontecimento importante.

TESTEMUNHAS QUE USARAM O AMULETO.
Essas testemunhas podem ser pessoas reais ou não, falar sobre elas apenas reforça a ideia de poder vinda do amuleto. Entra em ação o gatilho mental da validade social, cria-se a crença de que “Se outras pessoas no passado ou no presente asseguram que este amuleto as ajudou de alguma forma, então deve ser verdade”.

O GATILHO.
Falar a respeito de um gatilho de ativação é fundamental, afinal, como o “poder” do amuleto é liberado? Existe um horário especifico? É necessário se concentrar e fechar os olhos? Esse gatilho é visual (olhar para o objeto fixamente) auditivo (um som que o objeto produz) ou cenestésico (um toque no objeto). Seguindo estes passos você pode criar qualquer situação mística ou amuleto especial que venha a causar uma reação positiva ou negativa no sujeito.

O OBJETIVO.
Qual o poder do seu amuleto? Remove dores? Alivia o stress? Cria uma sensação de poder no seu portador? Independente do objetivo que você atribuir ao poder do amuleto, lembre-se sugestionar positivamente o sujeito, por exemplo, se você disser que anel ajudará o sujeito a se concentrar melhor nos estudos, certamente acontecerá de ele alcançar uma significativa melhora no colégio enquanto estiver usando o anel. Você também pode sugerir calor, frio, paralisia ou qualquer coisa que quiser. Sua imaginação que manda.

Observe que no relato do Joseph Murphy, o filho do homem doente viaja para outro país (muitas pessoas acreditam que tudo que vem de fora, é especial.) e trás de lá um objeto muito raro e caro ( o gatilho mental da escassez, isto é, algo raro, caro, único, em edição limitada) e que representava uma pedaço da cruz do próprio Cristo (aqui o filho utiliza o gatilho mental da consistência, ou seja, as crenças do próprio pai, pois é mais fácil acreditar em algo ligado ao que já acreditamos).

Em resumo, amuletos são “porta gatilhos psíquicos” para ativação de sensações, as quais podem incluir sentimentos de força, coragem, disposição, paz, assim como também sentimentos ruins e paralisadores como medo, inibições, até alucinações e etc. Se você gostou do artigo, comenta, curte e compartilha nossa página. Hipnose sem limites, você sem barreiras!

 

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